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miércoles, 3 de febrero de 2016

[AUSTRIA] INTERVIEW WITH ALAN CAN, KURDISH SYRIAN REFUGEE IN VIENNA (BY LIONEL ZIVALS)

January 2016

Interview with Alan Can, Kurdish Syrian refugee in Vienna, Austria

By Lionel Zivals

TPR: Hi Alan, could you tell us when, how and why did you come to Austria?

AC: Hi, Yes. I escaped from north Syria (Rojava) about one year and a half ago, because of the war, and in order to find a proper place to bring my family with me. I cross to the kurdish part of Turkey, and I worked for some months near Diyarbakir, as I didn't have the money to travel. Then, with others Syrian refugees, we took a boat from Izmir (in the mediterranean coast of Turkey) to Greece. We travelled across Greece, Macedonia, Serbia and Hungary, in order to arrive here. The situation we are living there in Syria is very bad. Now my family is not in direct danger, but I want to bring them with me. 

jueves, 28 de enero de 2016

[HAITÍ] PETITORIO CONTRA LA OCUPACIÓN PRESENTADO A LOS GOBIERNOS REUNIDOS EN LA IV CUMBRE CELAC

Listado de firmas actualizado al 28.01.16- 12 hs
A los gobiernos de América Latina y el Caribe, reunidos en la IV Cumbre de Jefes de Estado de la CELAC
El pueblo de Haití ha dado renovada muestra, en los últimos días y meses, de su dignidad, de sus ansias de libertad, de su profundo conocimiento de sus derechos y,  por sobre todo,  de su decisión de no aceptar más el sometimiento que la llamada “comunidad internacional”, junto con pequeños sectores haitianos aliados, sigue intentando imponerle.
Con indignación, fuerza, unidad y propuestas concretas, el pueblo haitiano lucha por su soberanía, su autodeterminación, la defensa de todos sus derechos. Y desde todos los rincones de nuestra región, levantamos nuestras voces hoy para denunciar los atropellos que vienen sufriendo, la injerencia descarada en sus asuntos internos y la represión de sus legítimos protestas, haciendo nuestro sus reivindicaciones emancipatorias.

viernes, 18 de diciembre de 2015

[AMÉRICA LATINA] PCO: NA ARGENTINA, TRABALHADORES E JUVENTUDE TAMBÉM PROTESTAM CONTRA A DIREITA GOLPISTA BRASILEIRA

http://www.pco.org.br/internacional/na-argentina-trabalhadores-e-juventude-tambem-protestam-contra-a-direita-golpista-brasileira/seii,j.html

16 de dezembro

Na Argentina, trabalhadores e juventude também protestam contra a direita golpista brasileira
A Tendência Piqueteira Revolucionária (TPR) realiza um ato na tarde desta quarta-feira (16), em frente à embaixada brasileira em Buenos Aires levantando a palavra-de-ordem de “Não ao golpe no Brasil. Não ao impeachment de Dilma”.

O ato foi convocado para apoiar a luta do Partido da Causa Operária (PCO), dos demais partidos de esquerda e organizações operárias, como a CUT e os principais sindicatos do país, reunidos na Frente Brasil Popular, que sairão às ruas neste mesmo dia para lutar contra o golpe do impeachment.

A partir do Brasil, saudamos a iniciativa dos companheiros argentinos e a luta dos trabalhadores de ambos os países e de toda a América Latina contra o golpismo.

Leia abaixo a saudação do PCO aos trabalhadores e à juventude da Argentina

jueves, 17 de diciembre de 2015

ARGENTINA: POR UMA FRENTE ÚNICA CONTRA MACRI (JUAN MARINO)

Publicamos artigo de Juan Marino, pelo Comitê Central da Tendência Piqueteira Revolucionária (TPR), escrito especialmente para Causa Operária

Por uma frente única contra Macri

Mauricio Macri, novo presidente eleito da Argentina, deixou claro seu caráter golpista desde o momento em que tomou posse. Já tivemos cinco golpes de Estado desde o dia 10 de dezembro. O golpe judicial contra Cristina Fernández de Kirchner, em que a justiça designou como presidente do País durante 12 horas o presidente provisório do Senado, do partido de Macri, diante da falta de um acordo sobre a forma como ocorreria a cerimônia de passagem do mandato.

Outro golpe judicial aconteceu contra o Memorando de Entendimento entre a Argentina e o Irã relativo ao caso do atentado contra a AMIA (associação judaica atacada em 1994 com um carro bomba, com 85 vítimas fatais): Macri desistiu de apelar contra sentença da justiça que bloqueou o Memorando votado no Congresso da Nação, quando a política externa deveria ser votada no Parlamento.

Também levou adianta um golpe intervindo nos órgãos reguladores dos meios de comunicação e de telecomunicações, criados por leis votadas no Congresso. Isso está tendo lugar no marco de que Macri decidiu não convocar sessões extraordinárias do parlamento, mas instalar um estado de exceção baseado em decretos presidenciais de necessidade e urgência: é o quarto golpe. O quinto foi nomear dois juízes da Corte Suprema por decreto.Por meio de decretos, nomeou juízes para a Corte Suprema, eximiu capitalistas agrários do pagamento de impostos, e se prepara para impor uma iminente desvalorização do câmbio. Esse estado de exceção está a serviço de desenvolver uma orientação abertamente pró-imperialista.

Macri não tem legitimidade para impor sua política: pode ser isolado e derrotado

Esse regime de exceção, golpista, surgiu porque Macri não tem legitimidade suficiente para impor sua política e busca construí-la a partir da presidência. Seus próprios sócios na Cambiemos, frente com a qual venceu as eleições, criticaram-no publicamente por não convocar sessões extraordinárias do Parlamento. No dia da posse houve uma manifestação muito fraca em seu apoio, muito menor do que marcha do dia anterior que encheu a Praça de Maio durante o último dia do governo de Cristina Kirchner. Mesmo os jornalistas do Clarín se viram obrigados a reconhecer, publicamente, que o PRO (partido de Macri), não é ainda um partido nacional com uma estrutura militante.

Apenas duas das 24 províncias da Argentina são governadas pelo PRO. No Senado, o kirchnerismo ainda tem maioria, entre os deputados, o PRO precisa necessariamente de um acordo com os deputados de Sergio Massa (da Frente Renovadora, ruptura pró-imperialista e direitista do kirchnerismo), e até da prória Frente para a Vitória (de Cristina Kirchner e seu candidato, Daniel Scioli).

Quase 50% da população votou contra Macri no segundo turno: as bolsas caram no dia seguinte porque a diferença foi menor que o esperado. As lutas operárias e populares seguem se desenvolvendo: ocupações por moradia, lutas contra demissões e mobilizações por um bônus salarial de fim do ano percorrem a Argentina. A situação é mais pré-revolucionária do que nunca e existe a possibilidade política de impedir que seja fechada pela direita, buscando-se uma frente única para isolar e boicotar Macri, o triunfo das lutas em curso e a luta por uma greve geral.

Não ao pacto Scioli-Macri. Exigimos que Cristina rechace qualquer acordo com o PRO.

O PRO sabe que não conta com sua proporia força para aplicar sua política e por isso tenta alinhar atrás de si o conjunto da oposição. No dia 11 de dezembro convocou uma reuniãoo entre todos os candidatos à presidência. Compareceram Massa, Stolbizer e Rodríguez Saá, que apoiaram Macri no segundo turno. Mas também compareceu Scioli, que fez campanha contra o ajuste e a desvalorização macrista, e declarou que se colocava à disposição do governo.

Já foi anunciado que Scioli acompanhará o PRO a recorrer aos EUA para ajudá-lo a endividar o País para enfrentar a quebra do Banco Central. Assistimos ao pacto Scioli-Macri. Ao mesmo tempo, A Câmpora convocou uma mobilização para o Congresso para o dia 17 de dezembro, contra a nomeação de juízes para a Corte Suprema por decreto - o Partido Justicialista vinculado a Scioli anunciou que não participará. No dia 10 de dezembro, dia da posse, houve também um protesto das Mães da Praça de Maio contra Macri. A Cristina, que em 9 de dezembro encheu a Praça de Maio com 700 mil pessoas que cantavam contra a direita, ainda não se pronunciou contra esse pacto. Em seu discurso, nessa marcha, chamou a não desenvolver um argentinaço contra Macri e a deixá-lo governar durante os próximos quatro anos. Não se pronunciou contra o golpe nos órgãos reguladores dos meios de comunicações, dando as costas para uma grande mobilização que aconteceu na segunda-feira (14) contra esse golpe.

Essa força social de 700 mil pessoas expressa a existência de um processo popular anti-macrista e a força social com que podemos derrotar a ascensão da direita. Existe uma crise política no interior do peronismo, com A Câmpora e as Mães da Praça de Maio marchando contra Macri, e com Scioli pactuando com a direita. Essas são as condições poliicas para lutar por uma frente única anti-Macri. Por isso, exigimos de Cristina que não traia a confiança do povo anti-macrista e anti-ajuste e rechace qualquer acordo com o PRO.

A frente de esquerda, adaptada ao macrismo

A possibilidade de colocar em pé uma frente única anti-Macri é improvável por causa da política de adaptação da Frente de Esquerda (FIT) à ascensão da direita. Jorge Altamira, dirigente do Partido Operário (PO) e da FIT, pronunciou-se explicitamente contra a frente anti-macrista em seu discurso de encerramento do picnic de fim de ano do PO. Embora tenha denunciado o estado de exceção, Altamira não denuncia os golpes de Estado que Macri já está impondo.

Por isso os deputados do PO compareceram à posse de Macri, apesar de ocorrer no marco de um golpe judicial. Isto se dá no marco de que Altamira se dobrou ao golpismo no Brasil e acusou de “esquerdas instáveis” aos que chamam a enfrentar a ascensão da direita na Venezuela. Pretende desenvolver-se a partir da derrota do nacionalismo e da centro-esquerda nas mãos da direita, replicando a orientação histórica do morenismo e levando adiante seu próprio “terceiro período”. O PO deu um salto de qualidade à direita com esse plano.

A Esquerda Socialista (UIT-CI, vinculado à corrente de Babá no Brasil), festejou diretamente o voto no Macri como um “voto castigo contra o kirchnerismo”. O PTS (FT-CI, vinculado à LER-QI) sustenta uma orientação filo-kirchnerista ao não denunciar o pacto Macri-Scioli, ao rechaçar a frente única anti-Macri, ao propor uma orientação sindicalista e ultra-esquerdista de enfrentar o ajuste da direita simplesmente pela coordenação das lutas contra o ajuste. Não à toa, o PTS não foi ao juramento de Macri (como Cristina), mas rechaçou marchar no dia 10 de desemproo contra sua posse (como Cristina).

Desta forma, temos uma Frente de Esquerda com grande potencial, dado que Nicolás del Caño, da FIT, foi o único candidato a presidente do País que rechaçou sentar-se para entrar em um acordo com Macri no dia 11 de dezembro. E que desperdiça esse potencial por suas tendências cruzadas de se adaptar à direita e aos pactos do kirchnerismo com essa direita. A TPR marchou, tanto no dia 10 de dezembro contra a posse de Macri, quanto no dia 14 junto com milhares de pessoas contra a intervenção do PRO nos meios de comunicação. É necessário agrupar todos os lutadores para defender a Frente de Esquerda contra o macrismo.

17 de dezembro: abaixo o golpismo macrista!

Dentro de poucos dias será o 14º aniversário da rebelião popular de 19 e 20 de dezembro de 2001. A maioria da esquerda marchará dizendo que “o ajuste de Macri aprofunda herança do kirchnerismo”. Colocam um sinal de igual entre macrismo e kirchnerismo, e rechaçam defender a perspectiva estratégica de apostar em um novo argentinaço contra Macri, sobre a base de isolá-lo e boicotá-lo.

Dão as costas à experiência da classe operária argentina: na cidade de Córdoba, uma das principais do País, o sindicato dos trabalhadores municipais encabeça uma multisetorial de luta contra a política privatizante do governo macrista local. Nesta multisetorial contra a direita participamos a TPR, o kirchnerismo e a Frente de Esquerda. E, mais importante ainda, desconhecem a experiência da Frente Brasil Popular, uma frente entre partidos, sindicatos e organizações populares, que impulsionaa as mobilizações contra o golpismo. A tendência à frente única anti-Macri está inscrita na luta dos trabalhadores da Argentina e da América Latina.

[BRASIL] INTERVENCIÓN DE JUAN MARINO EN EL ACTO DEL FRENTE BRASIL POPULAR CONTRA EL IMPEACHMENT


miércoles, 18 de noviembre de 2015

[EE.UU.] EL FSP APOYA EL LLAMADO DE LA TPR Y EL FIT A VOTAR EN BLANCO EN EL PRÓXIMO BALLOTAGE PRESIDENCIAL DE ARGENTINA

The Freedom Socialist Party supports the call by Argentine leftists to leave ballots blank in the upcoming run-off election for the country’s next president

On Sunday, November 22, 2015, voters will go to the polls to decide who will become the next president of Argentina. It is a run-off race between Daniel Scioli, the out-going vice president in President Cristina Kirchner’s administration and rightwinger Mauricio Macri, the outgoing mayor of Buenos Aires and son of a wealthy construction magnate.
The differences between these candidates are similar to those between the Democrats and the Republicans in the U.S. in that one is more rightwing than the other but neither of them have anything to offer the poor and working class and both serve the interests of the ruling class.
Macri advocates free capitalist development as the solution to Argentina’s woes, including an anticipated negative growth rate for the economy next year. Scioli says he will uphold Kirchnerism, a left-sounding populism that promises much and delivers little to the working class.
Neither of these candidates represents the interests of the vast majority of Argentines who lived through the 2001-2002 economic crises, one of the worst ever in our hemisphere. The working class has yet to recover from this debacle and neither of the capitalist parties in this race offer any hope of solving the current crisis.
For these reasons, the Freedom Socialist Party (FSP) supports the call to voters by Tendencia Piquetera Revolucionaria (TPR), the Frente Izquierda de los Trabajadores (FIT) and other socialists in Argentina to leave their ballots blank as a form of protest and because it is much better than voting against one’s own interests. When there is no anti-capitalist candidate to support in U.S. elections, the Freedom Socialist Party urges voters in our country to do the same.

Next year, the U.S election will undoubtedly come down to Hillary Clinton for the Democrats and one of the rightwing, anti-immigrant neoliberals for the Republicans. There will probably be one or two socialist candidates for president who will be able to get on a few state ballots, but in states without a socialist or anti-capitalist candidate, we will recommend that voters leave their ballots blank, just as TPR is doing now. It is better to take this path than to vote for what you don’t want and to get it!

miércoles, 4 de noviembre de 2015

[REPERCUSIONES] "EL FRAUDE EN LAS ELECCIONES DE TURQUÍA ES UNA POSIBILIDAD CIERTA" (ENTREVISTA A VOLKAN GÜMÜS, DIRIGENTE DEL SDH)

Entrevista a Volkan Gümüs, dirigente del SDH de Turquía, por Leandro Albani, periodista de Resumen Latinoamericano, traducción a cargo de Christian Armenteros, dirigente de la TPR, días antes de los comicios que tuvieron lugar el domingo 1/11, y que finalmente se vieron empañados por múltiples denuncias de irregularidades.

http://www.resumenmediooriente.org/2015/10/29/el-fraude-en-las-elecciones-de-turquia-es-una-posibilidad-cierta/

29 de octubre de 2015


Volkan Gümüs relata a su país, Turquía, con voz cansada pero firme. Desde que llegó a Buenos Aires los días pasaron entre reuniones, participaciones en actos políticos y muchas charlas con militantes ansiosos por conocer de primera mano lo que sucede en su país. Apenas unas horas de partir a Turquía, Resumen Medio Oriente entrevistó a Gümüs, miembro del sindicato del Transporte de Ankara y del Movimiento por la Revolución Permanente (SDV, por sus siglas en turco).

sábado, 17 de octubre de 2015

[EE.UU] BLOOMBERG: "BERNIE SANDERS ISN'T A SOCIALIST ENOUGH FOR MANY SOCIALISTS" (13/10)


http://www.bloomberg.com/politics/articles/2015-10-13/bernie-sanders-isn-t-socialist-enough-for-many-socialists

“He isn’t an anti-capitalist! He is for reforming capitalism, not changing capitalism. He is really a lot closer in ideology to Hillary Clinton than he is to me,” said Stephen Durham, the 2012 presidential nominee of the Freedom Socialist Party. “His is the politics of a lesser evil among some very bad choices.”

miércoles, 9 de septiembre de 2015

[BRASIL] RECHAZAMOS PEDIDO DE ANULACIÓN DE LA LEGALIDAD DEL PCO POR SER UN ATENTADO A SUS DERECHOS DEMOCRÁTICOS

Ante esta información que nos hicieron llegar nuestros compañeros del PCO de Brasil, difundimos la respuesta del Comité Nacional de esa organización y nos solidarizamos plenamente.


Juan Marino
por el Comité Central de la TPR

http://www.pco.org.br/nacional/pedido-de-cassacao-do-registro-do-pco-e-um-atentado-aos-direitos-democraticos/sizj,j.html


Nota oficial da direcão nacional do Partido da Causa Operária
Pedido de cassação do registro do PCO é um atentado aos direitos democráticos
Nesta quinta-feira, 3 de setembro, a direção nacional do Partido da Causa Operária (PCO), foi informada de que um processo de 2008, pedindo a cassação do registro do partido junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi enviado pelo juiz João Otávio de Noronha para julgamento ao pleno do TSE, possivelmente nessa semana.

[GRECIA] EEK Y ANTARSYA UNEN SUS FUERZAS PARA LAS ELECCIONES ANTICIPADAS DEL 20 DE SEPTIEMBRE

EEK Y ANTARSYA UNEN SUS FUERZAS PARA LAS ELECCIONES ANTICIPADAS DEL 20 DE SEPTIEMBRE

Delegaciones de ANTARSYA y EEK se han reunido y analizado los acontecimientos políticos y la posibilidad de la cooperación política y electoral en las elecciones del 20 de septiembre.

ANTARSYA presentó un llamado a la cooperación política abierta y se llegó a un acuerdo sobre los puntos programáticos básicos. El terreno común es que la primera tarea de la izquierda anticapitalista es contribuir al desarrollo de un amplio frente social y político de ruptura que impida que el tercer memorando se implante; que sirva para romper los viejos memorandos y todas sus leyes de aplicación; por la satisfacción inmediata y "unilateral" de los derechos socio-económico-políticos y democráticos de la clase obrera, los jóvenes, los desempleados, los pobres, y los pequeños y pobres agricultores.

lunes, 24 de agosto de 2015

[EEUU] FSP: "BERNIE SANDERS' BID FOR PRESIDENT: WHAT WOULD EUGENE DEBS THINK?"

http://www.socialism.com/drupal-6.8/statements/bernie-sanders-bid-president-what-would-eugene-debs-think


It’s clear why fed-up voters are attracted to Bernie Sanders. He rails against the billionaires and calls for a U.S. political revolution. Who doesn’t want to end the rule of banksters and CEOs? Who doesn’t want to stop the corporate harvesting of all things profitable at the expense of people and the planet? Who doesn’t want to hear the needs of working people promoted for a change?

jueves, 20 de agosto de 2015

[ARGENTINA] ANÁLISE DA TPR SOBRE O DESEMPENHO DA FRENTE DE ESQUERDA NAS PRIMÁRIAS

Agradecemos al Partido da Causa Operária (Brasil) por traducir y publicar nuestras conclusiones sobre la victoria de Nicolás del Caño (PTS) en las internas del Frente de Izquierda.

http://www.pco.org.br/internacional/analise-da-tpr-sobre-o-desempenho-da-frente-de-esquerda-argentina-nas-primarias/sobj,i.html

Eleições na Argentina
Análise da TPR sobre o desempenho da frente de esquerda argentina nas primárias
Publicamos aqui artigo da Tendência Piqueteira Revolucionária onde analisam o resultado da esquerda nas eleições primárias
Enquanto a Frente de Esquerda dos Trabalhadores (FIT[1], na sigla em espanhol) obteve mais de 1,2 milhão de votos em 2013, no domingo só passou dos 700 mil. Avançou a direita, retrocedeu a esquerda. Não se trata apenas de Macri[2] ou Massa[3]; dentro do prório kirchnerismo a entrega de mais poder para o Partido Justicialista (PJ[4]) é um fenômeno evidente: por isso Scioli[5] reivindicou o operador Juan Carlos Mazzón[6]. Neste quadro, a TPR vota em Nicolás Del Caño[7] para presidente, exigindo que participe de um debate com os demais presidenciáveis. Enfatizando que sua campanha chama a votar em branco caso haja segundo turno, que é uma armadilha. Nos dois casos, faremos uma campanha ativa e militante, em oposição ao método de “voto imperativo” (meramente declamativo e passivo) que caracterizou o centrismo nas disputas eleitorais (o que demonstra a incompreensão de que a luta eleitoral é uma forma exacerbada, concentrada, da luta de classes).

lunes, 17 de agosto de 2015

[BRASIL] ARTÍCULO DEL PCO SOBRE LA MOVILIZACIÓN GOLPISTA DEL PASADO DOMINGO 16 DE AGOSTO

Publicamos aquí un artículo de los compañeros del Partida da Causa Operária de Brasil donde fijan posición frente a la movilización golpista que fuera realizada el pasado domingo 16 de agosto.

Rumbo al golpe
Representantes de la burguesía y del imperialismo van a las calles el domingo para exigir el impeachment contra Dilma
La campaña por el golpe continúa incesante, patrocinada por los capitalistas para llevar a la direita a las calles este domingo (16).

Los engranajes del golpe están siendo integrados a todo vapor. En el próximo domingo (16), otro acto "gallina" está programado para pedir el derrocamiento de la presidenta Dilma Rousseff por medio del juicio político..

El neofascista Marcello Reis, líder del grupo “Revoltados Online”, afirmó que si la protesta de este domingo fuera mayor que las otras, en la semana siguiente "o [Eduardo] Cunha votará el juicio político o Dilma bajará la cresta y renunciará", lo que demuestra la confianza y la articulación de la derecha para un golpe de estado inminente.

[BRASIL] POSICIÓN DEL PCO ANTE LAS INTERNAS DEL FIT: "EL CALLEJÓN SIN SALIDA DEL FRENTE DE IZQUIERDA DE ARGENTINA"

Publicamos el artículo del PCO de Brasil ante las internas del Frente de Izquierda en Argentina.

Primarias presidenciales 

El callejón sin salida del Frente de Izquierda de Argentina

La victoria de PTS sobre el PO en la disputa interna para escoger al candidato presidencial del frente electoral de la izquierda argentina demuestra que la política del Frente de Izquierda es un callejón sin salida para cualquier aspiración revolucionaria

Ocurrida el último domingo, 9, la disputa interna (elecciones primarias) en el frente electoral que tiene el Partido Obrero (PO) y el Partido Socialista de los Trabajadores (PTS), sus principales exponentes, dio el mando de la campaña electoral presidencial para el ala oportunista del Frente izquierda (FIT), representada por el diputado Nicolás del Caño, del PTS.

Del Caño venció a Jorge Altamira, tradicional candidato del Partido Obrero, por 51,07% a 48,93% de un total de 726.054 votos (3,31% de la votación general de las primarias presidenciales de este domingo). Fueron 370.764 para para el PTS y y 355.290 para el PO, una diferencia de sólo 15.474 votos.

[BRASIL] PCO: DIA 20, TODAS ÀS RUAS NÃO AO IMPEACHMENT, ABAIXO O GOLPE CONTRA A DIREITA