Nueva Pagina Web


Nos mudamos a una nueva y mejor pagina
Te esperamos en elpiquetero.org


Mostrando entradas con la etiqueta Partido da Causa Operária. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Partido da Causa Operária. Mostrar todas las entradas

viernes, 18 de diciembre de 2015

[AMÉRICA LATINA] PCO: NA ARGENTINA, TRABALHADORES E JUVENTUDE TAMBÉM PROTESTAM CONTRA A DIREITA GOLPISTA BRASILEIRA

http://www.pco.org.br/internacional/na-argentina-trabalhadores-e-juventude-tambem-protestam-contra-a-direita-golpista-brasileira/seii,j.html

16 de dezembro

Na Argentina, trabalhadores e juventude também protestam contra a direita golpista brasileira
A Tendência Piqueteira Revolucionária (TPR) realiza um ato na tarde desta quarta-feira (16), em frente à embaixada brasileira em Buenos Aires levantando a palavra-de-ordem de “Não ao golpe no Brasil. Não ao impeachment de Dilma”.

O ato foi convocado para apoiar a luta do Partido da Causa Operária (PCO), dos demais partidos de esquerda e organizações operárias, como a CUT e os principais sindicatos do país, reunidos na Frente Brasil Popular, que sairão às ruas neste mesmo dia para lutar contra o golpe do impeachment.

A partir do Brasil, saudamos a iniciativa dos companheiros argentinos e a luta dos trabalhadores de ambos os países e de toda a América Latina contra o golpismo.

Leia abaixo a saudação do PCO aos trabalhadores e à juventude da Argentina

jueves, 17 de diciembre de 2015

ARGENTINA: POR UMA FRENTE ÚNICA CONTRA MACRI (JUAN MARINO)

Publicamos artigo de Juan Marino, pelo Comitê Central da Tendência Piqueteira Revolucionária (TPR), escrito especialmente para Causa Operária

Por uma frente única contra Macri

Mauricio Macri, novo presidente eleito da Argentina, deixou claro seu caráter golpista desde o momento em que tomou posse. Já tivemos cinco golpes de Estado desde o dia 10 de dezembro. O golpe judicial contra Cristina Fernández de Kirchner, em que a justiça designou como presidente do País durante 12 horas o presidente provisório do Senado, do partido de Macri, diante da falta de um acordo sobre a forma como ocorreria a cerimônia de passagem do mandato.

Outro golpe judicial aconteceu contra o Memorando de Entendimento entre a Argentina e o Irã relativo ao caso do atentado contra a AMIA (associação judaica atacada em 1994 com um carro bomba, com 85 vítimas fatais): Macri desistiu de apelar contra sentença da justiça que bloqueou o Memorando votado no Congresso da Nação, quando a política externa deveria ser votada no Parlamento.

Também levou adianta um golpe intervindo nos órgãos reguladores dos meios de comunicação e de telecomunicações, criados por leis votadas no Congresso. Isso está tendo lugar no marco de que Macri decidiu não convocar sessões extraordinárias do parlamento, mas instalar um estado de exceção baseado em decretos presidenciais de necessidade e urgência: é o quarto golpe. O quinto foi nomear dois juízes da Corte Suprema por decreto.Por meio de decretos, nomeou juízes para a Corte Suprema, eximiu capitalistas agrários do pagamento de impostos, e se prepara para impor uma iminente desvalorização do câmbio. Esse estado de exceção está a serviço de desenvolver uma orientação abertamente pró-imperialista.

Macri não tem legitimidade para impor sua política: pode ser isolado e derrotado

Esse regime de exceção, golpista, surgiu porque Macri não tem legitimidade suficiente para impor sua política e busca construí-la a partir da presidência. Seus próprios sócios na Cambiemos, frente com a qual venceu as eleições, criticaram-no publicamente por não convocar sessões extraordinárias do Parlamento. No dia da posse houve uma manifestação muito fraca em seu apoio, muito menor do que marcha do dia anterior que encheu a Praça de Maio durante o último dia do governo de Cristina Kirchner. Mesmo os jornalistas do Clarín se viram obrigados a reconhecer, publicamente, que o PRO (partido de Macri), não é ainda um partido nacional com uma estrutura militante.

Apenas duas das 24 províncias da Argentina são governadas pelo PRO. No Senado, o kirchnerismo ainda tem maioria, entre os deputados, o PRO precisa necessariamente de um acordo com os deputados de Sergio Massa (da Frente Renovadora, ruptura pró-imperialista e direitista do kirchnerismo), e até da prória Frente para a Vitória (de Cristina Kirchner e seu candidato, Daniel Scioli).

Quase 50% da população votou contra Macri no segundo turno: as bolsas caram no dia seguinte porque a diferença foi menor que o esperado. As lutas operárias e populares seguem se desenvolvendo: ocupações por moradia, lutas contra demissões e mobilizações por um bônus salarial de fim do ano percorrem a Argentina. A situação é mais pré-revolucionária do que nunca e existe a possibilidade política de impedir que seja fechada pela direita, buscando-se uma frente única para isolar e boicotar Macri, o triunfo das lutas em curso e a luta por uma greve geral.

Não ao pacto Scioli-Macri. Exigimos que Cristina rechace qualquer acordo com o PRO.

O PRO sabe que não conta com sua proporia força para aplicar sua política e por isso tenta alinhar atrás de si o conjunto da oposição. No dia 11 de dezembro convocou uma reuniãoo entre todos os candidatos à presidência. Compareceram Massa, Stolbizer e Rodríguez Saá, que apoiaram Macri no segundo turno. Mas também compareceu Scioli, que fez campanha contra o ajuste e a desvalorização macrista, e declarou que se colocava à disposição do governo.

Já foi anunciado que Scioli acompanhará o PRO a recorrer aos EUA para ajudá-lo a endividar o País para enfrentar a quebra do Banco Central. Assistimos ao pacto Scioli-Macri. Ao mesmo tempo, A Câmpora convocou uma mobilização para o Congresso para o dia 17 de dezembro, contra a nomeação de juízes para a Corte Suprema por decreto - o Partido Justicialista vinculado a Scioli anunciou que não participará. No dia 10 de dezembro, dia da posse, houve também um protesto das Mães da Praça de Maio contra Macri. A Cristina, que em 9 de dezembro encheu a Praça de Maio com 700 mil pessoas que cantavam contra a direita, ainda não se pronunciou contra esse pacto. Em seu discurso, nessa marcha, chamou a não desenvolver um argentinaço contra Macri e a deixá-lo governar durante os próximos quatro anos. Não se pronunciou contra o golpe nos órgãos reguladores dos meios de comunicações, dando as costas para uma grande mobilização que aconteceu na segunda-feira (14) contra esse golpe.

Essa força social de 700 mil pessoas expressa a existência de um processo popular anti-macrista e a força social com que podemos derrotar a ascensão da direita. Existe uma crise política no interior do peronismo, com A Câmpora e as Mães da Praça de Maio marchando contra Macri, e com Scioli pactuando com a direita. Essas são as condições poliicas para lutar por uma frente única anti-Macri. Por isso, exigimos de Cristina que não traia a confiança do povo anti-macrista e anti-ajuste e rechace qualquer acordo com o PRO.

A frente de esquerda, adaptada ao macrismo

A possibilidade de colocar em pé uma frente única anti-Macri é improvável por causa da política de adaptação da Frente de Esquerda (FIT) à ascensão da direita. Jorge Altamira, dirigente do Partido Operário (PO) e da FIT, pronunciou-se explicitamente contra a frente anti-macrista em seu discurso de encerramento do picnic de fim de ano do PO. Embora tenha denunciado o estado de exceção, Altamira não denuncia os golpes de Estado que Macri já está impondo.

Por isso os deputados do PO compareceram à posse de Macri, apesar de ocorrer no marco de um golpe judicial. Isto se dá no marco de que Altamira se dobrou ao golpismo no Brasil e acusou de “esquerdas instáveis” aos que chamam a enfrentar a ascensão da direita na Venezuela. Pretende desenvolver-se a partir da derrota do nacionalismo e da centro-esquerda nas mãos da direita, replicando a orientação histórica do morenismo e levando adiante seu próprio “terceiro período”. O PO deu um salto de qualidade à direita com esse plano.

A Esquerda Socialista (UIT-CI, vinculado à corrente de Babá no Brasil), festejou diretamente o voto no Macri como um “voto castigo contra o kirchnerismo”. O PTS (FT-CI, vinculado à LER-QI) sustenta uma orientação filo-kirchnerista ao não denunciar o pacto Macri-Scioli, ao rechaçar a frente única anti-Macri, ao propor uma orientação sindicalista e ultra-esquerdista de enfrentar o ajuste da direita simplesmente pela coordenação das lutas contra o ajuste. Não à toa, o PTS não foi ao juramento de Macri (como Cristina), mas rechaçou marchar no dia 10 de desemproo contra sua posse (como Cristina).

Desta forma, temos uma Frente de Esquerda com grande potencial, dado que Nicolás del Caño, da FIT, foi o único candidato a presidente do País que rechaçou sentar-se para entrar em um acordo com Macri no dia 11 de dezembro. E que desperdiça esse potencial por suas tendências cruzadas de se adaptar à direita e aos pactos do kirchnerismo com essa direita. A TPR marchou, tanto no dia 10 de dezembro contra a posse de Macri, quanto no dia 14 junto com milhares de pessoas contra a intervenção do PRO nos meios de comunicação. É necessário agrupar todos os lutadores para defender a Frente de Esquerda contra o macrismo.

17 de dezembro: abaixo o golpismo macrista!

Dentro de poucos dias será o 14º aniversário da rebelião popular de 19 e 20 de dezembro de 2001. A maioria da esquerda marchará dizendo que “o ajuste de Macri aprofunda herança do kirchnerismo”. Colocam um sinal de igual entre macrismo e kirchnerismo, e rechaçam defender a perspectiva estratégica de apostar em um novo argentinaço contra Macri, sobre a base de isolá-lo e boicotá-lo.

Dão as costas à experiência da classe operária argentina: na cidade de Córdoba, uma das principais do País, o sindicato dos trabalhadores municipais encabeça uma multisetorial de luta contra a política privatizante do governo macrista local. Nesta multisetorial contra a direita participamos a TPR, o kirchnerismo e a Frente de Esquerda. E, mais importante ainda, desconhecem a experiência da Frente Brasil Popular, uma frente entre partidos, sindicatos e organizações populares, que impulsionaa as mobilizações contra o golpismo. A tendência à frente única anti-Macri está inscrita na luta dos trabalhadores da Argentina e da América Latina.

[BRASIL] INTERVENCIÓN DE JUAN MARINO EN EL ACTO DEL FRENTE BRASIL POPULAR CONTRA EL IMPEACHMENT


lunes, 17 de agosto de 2015

[BRASIL] POSICIÓN DEL PCO ANTE LAS INTERNAS DEL FIT: "EL CALLEJÓN SIN SALIDA DEL FRENTE DE IZQUIERDA DE ARGENTINA"

Publicamos el artículo del PCO de Brasil ante las internas del Frente de Izquierda en Argentina.

Primarias presidenciales 

El callejón sin salida del Frente de Izquierda de Argentina

La victoria de PTS sobre el PO en la disputa interna para escoger al candidato presidencial del frente electoral de la izquierda argentina demuestra que la política del Frente de Izquierda es un callejón sin salida para cualquier aspiración revolucionaria

Ocurrida el último domingo, 9, la disputa interna (elecciones primarias) en el frente electoral que tiene el Partido Obrero (PO) y el Partido Socialista de los Trabajadores (PTS), sus principales exponentes, dio el mando de la campaña electoral presidencial para el ala oportunista del Frente izquierda (FIT), representada por el diputado Nicolás del Caño, del PTS.

Del Caño venció a Jorge Altamira, tradicional candidato del Partido Obrero, por 51,07% a 48,93% de un total de 726.054 votos (3,31% de la votación general de las primarias presidenciales de este domingo). Fueron 370.764 para para el PTS y y 355.290 para el PO, una diferencia de sólo 15.474 votos.

[BRASIL] PCO: DIA 20, TODAS ÀS RUAS NÃO AO IMPEACHMENT, ABAIXO O GOLPE CONTRA A DIREITA


sábado, 15 de agosto de 2015

[BRASIL] PCO: REPRESENTANTES DA BURGUESIA E DO IMPERIALISMO VÃO ÀS RUAS NO DOMINGO PEDIR O IMPEACHMENT DE DILMA

Rumo ao golpe
Representantes da burguesia e do imperialismo vão às ruas no domingo pedir o impeachment de Dilma
Campanha pelo golpe continua incessante, patrocinada pelos capitalistas para levar a direita às ruas neste domingo (16).

 Burguesia e imperialismo querem o golpe

As engrenagens do golpe estão sendo encaixadas a todo o vapor. No próximo domingo (16), mais um ato “coxinha” está marcado para pedir a derrubada da presidenta Dilma Rousseff por meio do impeachment.
O neofascista Marcello Reis, líder do grupo “Revoltados Online”, afirmou que se o protesto deste domingo for maior que os outros, na semana seguinte “ou o [Eduardo] Cunha vai votar o impeachment ou a Dilma vai baixar a crista e renunciar”, o que mostra a confiança e a articulação da direita para um golpe iminente.

lunes, 13 de abril de 2015

[BRASIL] REPUDIAMOS LA REPRESIÓN BRUTAL DE LA POLICÍA CONTRA COMPAÑERO DEL PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA

Frente a la brutal agresión policial recibida, desde el Comité Central de la Tendencia Piquetera Revolucionaria (TPR), de Argentina, acercamos toda nuestra solidaridad al compañero Aurimar Cordeiro, militante del Partido da Causa Operária (PCO) y dirigente del sindicato de los trabajadores de los correos en Minas Gerais (Sintect-MG), así como al PCO y a los trabajadores de los correos del Brasil en general, que se movilizaron contra el ataque a los derechos de ese gremio.


08 de abril de 2015 10:12 PM

Agredido pela PM em Brasília
“Pensei que eles fossem me matar de tanto bater”
Companheiro Aurimar Cordeiro, militante do PCO brutalmente agredido pela polícia na manifestação do dia 7, conversou com nossa redação
O companheiro Aurimar Cordeiro, militante do PCO e carteiro em Minas Gerais foi covardemente agredido pela Polícia Militar do Distrito Federal e pela Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados no ato contra a PEC 4330 da terceirização. Passado o susto, o companheiro passa bem, mas terá que passar por uma cirurgia na mão esquerda. “Eles me bateram tanto nas mãos e com tanta violência que cortou a pele e rompeu o tendão de um dos dedos. A médica disse que corte foi tão profundo que deu para ver próximo do osso” , disse.
A redação do jornal Causa Operária visitou o companheiro no hospital. Em depoimento, ele afirmou que a Polícia o pegou pelas costas, sem condições de defesa. “Eu estava procurando por um companheiro que estava no meio da confusão para ajuda-lo,  quando eu menos esperava um policial me deu uma gravata e me puxou para o meio deles”.

jueves, 12 de marzo de 2015

[BRASIL] PCO: "DÍA 13, CONTRA A DIREITA E EM DEFESA DAS REIVINDICAÇOES DOS TRABALHADORES"

Reproducimos la convocatoria del Partido da Causa Operaria (PCO), de Brasil, en el marco de la actual situación de ese país, marcada por el impeachment impulsado contra Dilma Rousseff:

Nuestro partido se opone al golpe de la derecha contra el gobierno del PT, pero no está de acuerdo con el PT, ni apoya su política. Hacemos un llamamiento a los trabajadores y los jóvenes para luchar en defensa de sus propios intereses frente a un enemigo mucho más fuerte y peligroso que la política de conciliación de clases del PT: el imperialismo y sus representantes en Brasil.

La situación es grave y urgente. Usted tiene que poner a la altura y movilizarse en contra de la derecha y por la defensa de sus propios intereses de la clase trabajadora y otros explotados y oprimidos, de sus organizaciones, de sus logros sociales y políticos, y sobre todo en pos del desarrollo futuro de su lucha.

¡Todos a la manifestación del 13!

¡Contra el golpe de la derecha!

¡NO A LA PRIVATIZACIÓN! Por la nacionalización de Petrobras bajo control obrero.

¡USP PÚBLICA Y GRATUITA PARA TODOS! Gobierno tripartito con mayoría estudiantil.

¡NO AL AJUSTE! Ocupar las fábricas contra los despidos. Escala móvil de salarios y de horas de trabajo.

¡NO A LA PRIVATIZACIÓN DEL AGUA! Nacionalización de la Sabesp bajo control de los trabajadores. ¡Fuera los golpistas! Por un gobierno de los trabajadores de la ciudad y el campo.

Fuente: 

domingo, 24 de agosto de 2014

[BRASIL] LUNES 25/8, 20 HS: ENTREVISTA A JUAN MARINO POR "CAUSA OPERÁRIA TV"

Entrevista a Juan Marino, dirigente de la TPR, por "Causa Operária TV", lunes 25 de agosto a las 20 hs.
http://www.pco.org.br/tv/


[BRASIL] JUAN MARINO (TPR) EN LA CONFERENCIA INTERNACIONAL DEL PCO (DÍA 1)

De izquierda a derecha: Rui Costa Pimenta (candidato a presidente del Partido da Causa Operária -PCO, Brasil-), Antonio Carlos Silva (dirigente del PCO y de la agrupación "Educadores em Luta"), Juan Marino (dirigente de la Tendencia Piquetera Revolucionaria -Argentina-), Erico Cardoso (dirigente de Liga Comunista -Brasil- y de la CLQI)

viernes, 22 de agosto de 2014

[BRASIL] ELECCIONES 2014: "RUI PIMENTA DEFENDE POPULAÇÃO ARMADA PARA COMBATER O CRIME"

http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/08/rui-pimenta-defende-populacao-armada-para-combater-o-crime.html


[BRASIL] PCO: "SEMINÁRIO INTERNACIONAL. NACIONÁLISMO BURGUÊS, A POLITICA DO IMPERIALISMO E O PROGRAMA OPERÁRIO"

http://pco.org.br/atividades/seminario-internacional-acontece-neste-final-de-semana/ajjy,e.html

20 de agosto de 2014 02:48 PM

Em São Paulo
Seminário internacional acontece neste final de semana


Após o seminário será realizado um jantar de confraternização

No próximo final de semana, o Partido da Causa Operária realizará um seminário internacional.

O seminário acontece em São Paulo e tem por objetivo discutir a situação política internacional, analisando a situação atual e os prognósticos políticos para a próxima etapa.

A atividade se faz necessária no momento de grandes transformações no cenário internacional seja na Europa, Oriente Médio, em diversos países da América Latina, incluindo o Brasil.

[BRASIL] CLQI: "A CRISE DO IMPERIALISMO, AS NOVAS POTÊNCIAS, E A LUTA PELA REVOLUÇÃO PERMANENTE NO SÉCULO XXI"

http://lcligacomunista.blogspot.com.br/2014/08/debate-internacional.html


[BRASIL] PCO: "NA DONNELLEY ARGENTINA: O CONTROL OPERÁRIO DA PRODUÇÃO"

http://pco.org.br/internacional/o-controle-operario-da-producao/ajjp,a.html


21 de agosto de 2014 06:26 PM

Na Donnelley argentina

O controle operário da produção

Se os capitalistas não sabem administrar e levaram a empresa à falência, que os trabalhadores, que efetivamente fazem a empresa funcionar, tomem conta do negócio

No dia 12 de agosto, na madrugada de uma terça-feira, em Garín, na Grande Buenos Aires, trabalhadores ocuparam uma fábrica gráfica da Donnelley, uma empresa multinacional norte-americana. Na sexta-feira anterior (8), a empresa pediu à justiça a falência da fábrica, obtendo uma declaração favorável na segunda-feira (11). A falência, que deixaria 400 famílias na rua, seguiu-se a uma série de tentativas de demissões e de arrochar os salários. Em defesa de seus empregos, os trabalhadores ocuparam a fábrica da Donnelley e exigem a expropriação da fábrica sem indenização e sua estatização sob gestão operária. O governo de Cristina Fernández de Kirchner, no entanto, nega-se a estatizar a gráfica.

[BRASIL] JUAN MARINO (TPR) EN SAO PAULO JUNTO A LOS CANDIDATOS A PRESIDENTE Y VICE DEL PCO

Juan Marino, dirigente nacional de la Tendencia Piquetera Revolucionaria (TPR), con Rui Costa Pimenta y Ricardo Machado, candidatos a presidente y vice-presidente del Partido da Causa Operária (PCO) para las elecciones presidenciales que tendrán lugar el 5 de octubre de 2014 en Brasil. 




lunes, 30 de junio de 2014

[BRASIL - ELECCIONES 2014] "Nuestro candidato es el PCO"

Saludos de la TPR al VII Congreso del PCO   
 
Brasil - Elecciones 2014: "Nuestro candidato es el PCO"   


A continuación reproducimos el saludo que enviamos desde la Tendencia Piquetera Revolucionaria (TPR) de Argentina al VII Congreso Nacional del Partido da Causa Operária (PCO) de Brasil que se realizará los días 28, 29 y 30 junio en San Pablo. Este congreso, a su vez, se realizará luego de que el pasado sábado 14 de junio, el PCO realizó un acto para lanzar la candidatura presidencial de Rui Costa Pimenta de cara a las elecciones de Octubre.