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jueves, 17 de diciembre de 2015

ARGENTINA: POR UMA FRENTE ÚNICA CONTRA MACRI (JUAN MARINO)

Publicamos artigo de Juan Marino, pelo Comitê Central da Tendência Piqueteira Revolucionária (TPR), escrito especialmente para Causa Operária

Por uma frente única contra Macri

Mauricio Macri, novo presidente eleito da Argentina, deixou claro seu caráter golpista desde o momento em que tomou posse. Já tivemos cinco golpes de Estado desde o dia 10 de dezembro. O golpe judicial contra Cristina Fernández de Kirchner, em que a justiça designou como presidente do País durante 12 horas o presidente provisório do Senado, do partido de Macri, diante da falta de um acordo sobre a forma como ocorreria a cerimônia de passagem do mandato.

Outro golpe judicial aconteceu contra o Memorando de Entendimento entre a Argentina e o Irã relativo ao caso do atentado contra a AMIA (associação judaica atacada em 1994 com um carro bomba, com 85 vítimas fatais): Macri desistiu de apelar contra sentença da justiça que bloqueou o Memorando votado no Congresso da Nação, quando a política externa deveria ser votada no Parlamento.

Também levou adianta um golpe intervindo nos órgãos reguladores dos meios de comunicação e de telecomunicações, criados por leis votadas no Congresso. Isso está tendo lugar no marco de que Macri decidiu não convocar sessões extraordinárias do parlamento, mas instalar um estado de exceção baseado em decretos presidenciais de necessidade e urgência: é o quarto golpe. O quinto foi nomear dois juízes da Corte Suprema por decreto.Por meio de decretos, nomeou juízes para a Corte Suprema, eximiu capitalistas agrários do pagamento de impostos, e se prepara para impor uma iminente desvalorização do câmbio. Esse estado de exceção está a serviço de desenvolver uma orientação abertamente pró-imperialista.

Macri não tem legitimidade para impor sua política: pode ser isolado e derrotado

Esse regime de exceção, golpista, surgiu porque Macri não tem legitimidade suficiente para impor sua política e busca construí-la a partir da presidência. Seus próprios sócios na Cambiemos, frente com a qual venceu as eleições, criticaram-no publicamente por não convocar sessões extraordinárias do Parlamento. No dia da posse houve uma manifestação muito fraca em seu apoio, muito menor do que marcha do dia anterior que encheu a Praça de Maio durante o último dia do governo de Cristina Kirchner. Mesmo os jornalistas do Clarín se viram obrigados a reconhecer, publicamente, que o PRO (partido de Macri), não é ainda um partido nacional com uma estrutura militante.

Apenas duas das 24 províncias da Argentina são governadas pelo PRO. No Senado, o kirchnerismo ainda tem maioria, entre os deputados, o PRO precisa necessariamente de um acordo com os deputados de Sergio Massa (da Frente Renovadora, ruptura pró-imperialista e direitista do kirchnerismo), e até da prória Frente para a Vitória (de Cristina Kirchner e seu candidato, Daniel Scioli).

Quase 50% da população votou contra Macri no segundo turno: as bolsas caram no dia seguinte porque a diferença foi menor que o esperado. As lutas operárias e populares seguem se desenvolvendo: ocupações por moradia, lutas contra demissões e mobilizações por um bônus salarial de fim do ano percorrem a Argentina. A situação é mais pré-revolucionária do que nunca e existe a possibilidade política de impedir que seja fechada pela direita, buscando-se uma frente única para isolar e boicotar Macri, o triunfo das lutas em curso e a luta por uma greve geral.

Não ao pacto Scioli-Macri. Exigimos que Cristina rechace qualquer acordo com o PRO.

O PRO sabe que não conta com sua proporia força para aplicar sua política e por isso tenta alinhar atrás de si o conjunto da oposição. No dia 11 de dezembro convocou uma reuniãoo entre todos os candidatos à presidência. Compareceram Massa, Stolbizer e Rodríguez Saá, que apoiaram Macri no segundo turno. Mas também compareceu Scioli, que fez campanha contra o ajuste e a desvalorização macrista, e declarou que se colocava à disposição do governo.

Já foi anunciado que Scioli acompanhará o PRO a recorrer aos EUA para ajudá-lo a endividar o País para enfrentar a quebra do Banco Central. Assistimos ao pacto Scioli-Macri. Ao mesmo tempo, A Câmpora convocou uma mobilização para o Congresso para o dia 17 de dezembro, contra a nomeação de juízes para a Corte Suprema por decreto - o Partido Justicialista vinculado a Scioli anunciou que não participará. No dia 10 de dezembro, dia da posse, houve também um protesto das Mães da Praça de Maio contra Macri. A Cristina, que em 9 de dezembro encheu a Praça de Maio com 700 mil pessoas que cantavam contra a direita, ainda não se pronunciou contra esse pacto. Em seu discurso, nessa marcha, chamou a não desenvolver um argentinaço contra Macri e a deixá-lo governar durante os próximos quatro anos. Não se pronunciou contra o golpe nos órgãos reguladores dos meios de comunicações, dando as costas para uma grande mobilização que aconteceu na segunda-feira (14) contra esse golpe.

Essa força social de 700 mil pessoas expressa a existência de um processo popular anti-macrista e a força social com que podemos derrotar a ascensão da direita. Existe uma crise política no interior do peronismo, com A Câmpora e as Mães da Praça de Maio marchando contra Macri, e com Scioli pactuando com a direita. Essas são as condições poliicas para lutar por uma frente única anti-Macri. Por isso, exigimos de Cristina que não traia a confiança do povo anti-macrista e anti-ajuste e rechace qualquer acordo com o PRO.

A frente de esquerda, adaptada ao macrismo

A possibilidade de colocar em pé uma frente única anti-Macri é improvável por causa da política de adaptação da Frente de Esquerda (FIT) à ascensão da direita. Jorge Altamira, dirigente do Partido Operário (PO) e da FIT, pronunciou-se explicitamente contra a frente anti-macrista em seu discurso de encerramento do picnic de fim de ano do PO. Embora tenha denunciado o estado de exceção, Altamira não denuncia os golpes de Estado que Macri já está impondo.

Por isso os deputados do PO compareceram à posse de Macri, apesar de ocorrer no marco de um golpe judicial. Isto se dá no marco de que Altamira se dobrou ao golpismo no Brasil e acusou de “esquerdas instáveis” aos que chamam a enfrentar a ascensão da direita na Venezuela. Pretende desenvolver-se a partir da derrota do nacionalismo e da centro-esquerda nas mãos da direita, replicando a orientação histórica do morenismo e levando adiante seu próprio “terceiro período”. O PO deu um salto de qualidade à direita com esse plano.

A Esquerda Socialista (UIT-CI, vinculado à corrente de Babá no Brasil), festejou diretamente o voto no Macri como um “voto castigo contra o kirchnerismo”. O PTS (FT-CI, vinculado à LER-QI) sustenta uma orientação filo-kirchnerista ao não denunciar o pacto Macri-Scioli, ao rechaçar a frente única anti-Macri, ao propor uma orientação sindicalista e ultra-esquerdista de enfrentar o ajuste da direita simplesmente pela coordenação das lutas contra o ajuste. Não à toa, o PTS não foi ao juramento de Macri (como Cristina), mas rechaçou marchar no dia 10 de desemproo contra sua posse (como Cristina).

Desta forma, temos uma Frente de Esquerda com grande potencial, dado que Nicolás del Caño, da FIT, foi o único candidato a presidente do País que rechaçou sentar-se para entrar em um acordo com Macri no dia 11 de dezembro. E que desperdiça esse potencial por suas tendências cruzadas de se adaptar à direita e aos pactos do kirchnerismo com essa direita. A TPR marchou, tanto no dia 10 de dezembro contra a posse de Macri, quanto no dia 14 junto com milhares de pessoas contra a intervenção do PRO nos meios de comunicação. É necessário agrupar todos os lutadores para defender a Frente de Esquerda contra o macrismo.

17 de dezembro: abaixo o golpismo macrista!

Dentro de poucos dias será o 14º aniversário da rebelião popular de 19 e 20 de dezembro de 2001. A maioria da esquerda marchará dizendo que “o ajuste de Macri aprofunda herança do kirchnerismo”. Colocam um sinal de igual entre macrismo e kirchnerismo, e rechaçam defender a perspectiva estratégica de apostar em um novo argentinaço contra Macri, sobre a base de isolá-lo e boicotá-lo.

Dão as costas à experiência da classe operária argentina: na cidade de Córdoba, uma das principais do País, o sindicato dos trabalhadores municipais encabeça uma multisetorial de luta contra a política privatizante do governo macrista local. Nesta multisetorial contra a direita participamos a TPR, o kirchnerismo e a Frente de Esquerda. E, mais importante ainda, desconhecem a experiência da Frente Brasil Popular, uma frente entre partidos, sindicatos e organizações populares, que impulsionaa as mobilizações contra o golpismo. A tendência à frente única anti-Macri está inscrita na luta dos trabalhadores da Argentina e da América Latina.

domingo, 15 de noviembre de 2015

[BRASIL] APOYO A LA CAMPAÑA DE LA TPR: "NEM MACRI, NEM SCIOLI: ENFRENTAR A DIREITA E DENUNCIAR A CAPITULAÇÃO DO NACIONALISMO"

Nem Macri, nem Scioli: enfrentar a direita e denunciar a capitulação do nacionalismo

Acontece hoje, na Argentina, o debate eleitoral entre os dois candidatos que concorre no segundo turno. De um lado o candidato do governo de Cristina Kirchner, Daniel Scioli, que no primeiro turno das eleições teve uma vitória apertada contra seu concorrente de direita, o ex-prefeito da cidade de Buenos Aires, Mauricio Macri, que disparou nas expectativas de votos e ameaça vencer o segundo turno. Macri concentra os votos da direita e se transformou na esperança do imperialismo e dos setores reacionários de acabar com a "era kirchnerista". 

O cenário politico é muito diferente do de 2011 com Cristina Kirchner. Scioli, que representa um setor direitista do peronismo, não consegue emplacar sua candidatura na província de Buenos Aires que há anos se manteve sob controle kirchnerista isso por causa da favorável conjuntura econômica do pais. Agora com o aprofundamento da crise capitalista, aberta em 2008, quem capitaliza os votos da província é o candidato com discurso "anti-kirchnerista". 

miércoles, 9 de septiembre de 2015

[BRASIL] RECHAZAMOS PEDIDO DE ANULACIÓN DE LA LEGALIDAD DEL PCO POR SER UN ATENTADO A SUS DERECHOS DEMOCRÁTICOS

Ante esta información que nos hicieron llegar nuestros compañeros del PCO de Brasil, difundimos la respuesta del Comité Nacional de esa organización y nos solidarizamos plenamente.


Juan Marino
por el Comité Central de la TPR

http://www.pco.org.br/nacional/pedido-de-cassacao-do-registro-do-pco-e-um-atentado-aos-direitos-democraticos/sizj,j.html


Nota oficial da direcão nacional do Partido da Causa Operária
Pedido de cassação do registro do PCO é um atentado aos direitos democráticos
Nesta quinta-feira, 3 de setembro, a direção nacional do Partido da Causa Operária (PCO), foi informada de que um processo de 2008, pedindo a cassação do registro do partido junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi enviado pelo juiz João Otávio de Noronha para julgamento ao pleno do TSE, possivelmente nessa semana.

jueves, 20 de agosto de 2015

[ARGENTINA] ANÁLISE DA TPR SOBRE O DESEMPENHO DA FRENTE DE ESQUERDA NAS PRIMÁRIAS

Agradecemos al Partido da Causa Operária (Brasil) por traducir y publicar nuestras conclusiones sobre la victoria de Nicolás del Caño (PTS) en las internas del Frente de Izquierda.

http://www.pco.org.br/internacional/analise-da-tpr-sobre-o-desempenho-da-frente-de-esquerda-argentina-nas-primarias/sobj,i.html

Eleições na Argentina
Análise da TPR sobre o desempenho da frente de esquerda argentina nas primárias
Publicamos aqui artigo da Tendência Piqueteira Revolucionária onde analisam o resultado da esquerda nas eleições primárias
Enquanto a Frente de Esquerda dos Trabalhadores (FIT[1], na sigla em espanhol) obteve mais de 1,2 milhão de votos em 2013, no domingo só passou dos 700 mil. Avançou a direita, retrocedeu a esquerda. Não se trata apenas de Macri[2] ou Massa[3]; dentro do prório kirchnerismo a entrega de mais poder para o Partido Justicialista (PJ[4]) é um fenômeno evidente: por isso Scioli[5] reivindicou o operador Juan Carlos Mazzón[6]. Neste quadro, a TPR vota em Nicolás Del Caño[7] para presidente, exigindo que participe de um debate com os demais presidenciáveis. Enfatizando que sua campanha chama a votar em branco caso haja segundo turno, que é uma armadilha. Nos dois casos, faremos uma campanha ativa e militante, em oposição ao método de “voto imperativo” (meramente declamativo e passivo) que caracterizou o centrismo nas disputas eleitorais (o que demonstra a incompreensão de que a luta eleitoral é uma forma exacerbada, concentrada, da luta de classes).

sábado, 15 de agosto de 2015

[BRASIL] PCO: REPRESENTANTES DA BURGUESIA E DO IMPERIALISMO VÃO ÀS RUAS NO DOMINGO PEDIR O IMPEACHMENT DE DILMA

Rumo ao golpe
Representantes da burguesia e do imperialismo vão às ruas no domingo pedir o impeachment de Dilma
Campanha pelo golpe continua incessante, patrocinada pelos capitalistas para levar a direita às ruas neste domingo (16).

 Burguesia e imperialismo querem o golpe

As engrenagens do golpe estão sendo encaixadas a todo o vapor. No próximo domingo (16), mais um ato “coxinha” está marcado para pedir a derrubada da presidenta Dilma Rousseff por meio do impeachment.
O neofascista Marcello Reis, líder do grupo “Revoltados Online”, afirmou que se o protesto deste domingo for maior que os outros, na semana seguinte “ou o [Eduardo] Cunha vai votar o impeachment ou a Dilma vai baixar a crista e renunciar”, o que mostra a confiança e a articulação da direita para um golpe iminente.

sábado, 27 de junio de 2015

[ELEIÇÕES ESPANHOLAS] COLAU E CARMENA GOVERNAM COM OS RESTOS DO PSOE E IU

Colau e Carmena governam com os restos do PSOE e IU

A chegada aos governos municipais de Colau e Carmena merece consideração em separado. A lista de Ada Colau, Barcelona em Comum, ​​venceu o prefeitura com o apoio do PSOE, ERC e um conselheiro das CUPs (os outros dois se abstiveram). Colau é um ativista da Plataforma de Afetados pela Hipoteca (PAH), que liderou uma coalizão de Podemos, Equo, ICV (Iniciativa para a Catalunha-Verdes) e o partido de Colau (Guanyem Barcelona). ICV já governou Catalunya, no chamado "governo tri-partite” com o PSC (Partido Socialista Catalão, que presidiu o governo Pasqual Maragall) e ERC (base de apoio do governo atual ajustador do Mas) colocando o ajuste na educação (Plano Bolonha) e reprimindo os estudantes que se mobilizaram contra a austeridade. Jordi Borja, líder do ICV, tem o seu lugar nas listas de Barcelona Comum e os jornais o mostram como responsável pela "moderação" de Colau: "O avanço de Podemos representou uma alternativa para as CUPs [esquerda nacionalista catalão, Nota do editor], das quais Ada Colau se distanciou. O núcleo inicial foi expandido com pessoas de Podemos e, acima de tudo, incluiu a Iniciativa Els Verds, o partido de Jordi Borja, herdeiro do antigo PSUC [Catalão PC, nota do editor]. Eles concordaram em se juntar à lista, em cargos secundários, personalidades da esquerda tradicional, como o historiador Josep Fontana, o músico Quico Pi de la Serra ou o próprio Borja. Assumiram um papel ativo na campanha artistas gráficos como Mariscal e Gallardo, que teveram muito a ver com a imagem de Barcelona Maragallista. A questão da independência da Catalunha, potencialmente divisionista, ficou paralisada. E Barcelona em Comum ganhou as eleições. "(El Mundo, 31/05).

Essa influência atinge Agora Madrid, a frente de Carmena, que conquistou a prefeitura de Madrid: "A sombra alongado do maragallismo também está presente no novo eixo Madri-Barcelona, ​​que Carmena e Colau pretendem encarnar. Jordi Borja, ex-líder da PSUC e colaborador, mais tarde, de Maragall na prefeitura, representa uma das ligações entre as duas novas prefeitas. Borja, o líder eurocomunista mais famoso do final dos anos setenta, nunca mais se integrou ao PSC e manteve-se aberto a novos movimentos sociais, como seu ex-colega de sociologia em Paris, Manuel Castells. Ela viu chegando os estragos da crise e estudou cuidadosamente o 15-M. Borja tem sido um dos principais mentores intelectuais de Colau e mantém há anos uma estreita amizade com Carmena. "(La Vanguardia, 14/06).

Lionel Zivals

[ELEIÇÕES ESPANHOLAS] NÃO AOS PACTOS DE PODEMOS COM O PSOE (LIONEL ZIVALS)

O anti-capitalismo: do NPA a Syriza, de Syriza aos Verdes e ao PSOE

ELEIÇÕES NO ESTADO ESPANHOL: NÃO AOS ACORDOS DE PODEMOS COM OS PSOE

Nos apoiando nos movimentos de luta, vamos por uma posição estratégica, operária e de esquerda contra o frentepopulismo

Lionel Zivals

A vitória das candidaturas impulsionadas por Podemos no Estado espanhol: Barcelona em Comú, Ada Colau, bem como Carmena em Madrid (Agora Madrid conseguiu eleger um vereador a menos que o PP, mas governará com o apoio do PSOE), foram recebidas pelo anti-capitalismo global (incluindo Argentina) como uma grande vitória. Leituras mais "esquerdistas" pintam estes frentes integrados por Podemos, os restos de Esquerda Unida e do PSOE e de outros partido como Equo e os Verdes, como governos "em disputa", que poderiam decantar a revolução ou a contrarrevolução, dependendo do pressão popular. Este é o discurso da Colau: "Não me deixe sozinho, porque uma coisa é vencer e a outra é governar" (EFE, 13/6). Pelo contrário, estas formações são uma desnaturalização conservadora de movimentos de luta. Deve-se notar essa contradição para construir uma oposição operária e de esquerda a esses governos populistas contra a sua recusa de enfrentar os principais inimigos da classe operária: a União Europeia imperialista, o PSOE e o PP.

viernes, 22 de agosto de 2014

[BRASIL] ELECCIONES 2014: "RUI PIMENTA DEFENDE POPULAÇÃO ARMADA PARA COMBATER O CRIME"

http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/08/rui-pimenta-defende-populacao-armada-para-combater-o-crime.html


[BRASIL] PCO: "SEMINÁRIO INTERNACIONAL. NACIONÁLISMO BURGUÊS, A POLITICA DO IMPERIALISMO E O PROGRAMA OPERÁRIO"

http://pco.org.br/atividades/seminario-internacional-acontece-neste-final-de-semana/ajjy,e.html

20 de agosto de 2014 02:48 PM

Em São Paulo
Seminário internacional acontece neste final de semana


Após o seminário será realizado um jantar de confraternização

No próximo final de semana, o Partido da Causa Operária realizará um seminário internacional.

O seminário acontece em São Paulo e tem por objetivo discutir a situação política internacional, analisando a situação atual e os prognósticos políticos para a próxima etapa.

A atividade se faz necessária no momento de grandes transformações no cenário internacional seja na Europa, Oriente Médio, em diversos países da América Latina, incluindo o Brasil.

[BRASIL] CLQI: "A CRISE DO IMPERIALISMO, AS NOVAS POTÊNCIAS, E A LUTA PELA REVOLUÇÃO PERMANENTE NO SÉCULO XXI"

http://lcligacomunista.blogspot.com.br/2014/08/debate-internacional.html


[BRASIL] PCO: "NA DONNELLEY ARGENTINA: O CONTROL OPERÁRIO DA PRODUÇÃO"

http://pco.org.br/internacional/o-controle-operario-da-producao/ajjp,a.html


21 de agosto de 2014 06:26 PM

Na Donnelley argentina

O controle operário da produção

Se os capitalistas não sabem administrar e levaram a empresa à falência, que os trabalhadores, que efetivamente fazem a empresa funcionar, tomem conta do negócio

No dia 12 de agosto, na madrugada de uma terça-feira, em Garín, na Grande Buenos Aires, trabalhadores ocuparam uma fábrica gráfica da Donnelley, uma empresa multinacional norte-americana. Na sexta-feira anterior (8), a empresa pediu à justiça a falência da fábrica, obtendo uma declaração favorável na segunda-feira (11). A falência, que deixaria 400 famílias na rua, seguiu-se a uma série de tentativas de demissões e de arrochar os salários. Em defesa de seus empregos, os trabalhadores ocuparam a fábrica da Donnelley e exigem a expropriação da fábrica sem indenização e sua estatização sob gestão operária. O governo de Cristina Fernández de Kirchner, no entanto, nega-se a estatizar a gráfica.